Magnetic Eye Records - Best Of James Marshall Hendrix

Com irrisórias quantidades de fritação vinílica, graves bugs mentais e uma sessão gourmet de Hazes, declaro que todo o impacto do ''Electric Ladyland [REDUX]'', criou uma necessidade incontrolável de fracionar o dia 03 de julho do inflacionado 2015. Neste dia o coletivo da Magnetic Eye Records não estava para brincadeira. Não foi apenas um denso resumo da discografia Hendrixiana que viu a luz de um céu psicodélico.

Além de relembrar todo o catálogo de Jimi com faixas que apenas o grandes apreciadores de sua obra são conhecedores, a lavagem cerebral da Bay Area seguiu com outro lançamento para a mesma tarde. Falo sobre ''Best Of James Marshall Hendrix'', compilação que para resumir, integra mais 7 bandas e outra mão de novos grooves uivantes para apreciação.


So que vejam só! Prevendo os severos problemas que a plataforma da clássica Purple Haze causaria, os caras foram gentis e nem colocaram os hits supremos dos Jardins Suspensos da Babilônia de Woodstock. ''Best Of James Marshall Hendrix'' é o ouro do filho de ''Little Wing'' e veio ao mundo como um lançamento embutido com o duplex ''Electric Ladyland [REDUX]''.

Discos tão bem acabados que mereciam até ideias diferentes. Todos os campos foram explorados dentro das especificações astrais do neto de Nora Hendrix, é um resumo quase que conceitual de tudo que esse cara representou para muitas pessoas. Consegue ser maior do que a própria ideia, é grandioso.



''In From The Storm'' - Child
''Manic Depression'' - Elephant Tree
''Machine Gun'' - Wo Fat
''Little Wing'' - Stubb
''Foxy Lady'' - Rosy Fich
''Little Miss Stranger'' - Geezer
''Gypsys Eyes'' - Wo Fat


Impactando ouvidos desde a muda capa, retrato profundo de Caitlin Hackett, ''Best Of James Marshall Hendrix'' finaliza o inquérito policial. Aqui é hora de pavonear-se com o mantra P-Funk: ''Free Your Mind And Your Ass Will Follow'' e delirar no racha entre uma cósmica Fender Stratocaster e o dono do conversível de ''All Along The Watchtower''.

São mais 40 minutos de ecos. Outra borrifada do mais fino perfume da safra de 2015 e uma conclusão: a cena é de fino trato. O Feeling do tilintar de corpos em ''Little Wing'' é absurdo. O Stubb gravou um dos melhores takes deste projeto, mas o que dizer dos solos infinitos do Wo Fat para ''Machine Gun''? A guitarra grita, distorce o Riff e consegue reprojetar atmosferas completamente diferentes.


O Rosy Finch também é um dos destaques. O grupo consegue achar um par para a um dia imaginária ''Fox Lady'' e, a cada faixa, a Magnetic Eye Records segue apresentando sonzeiras impecáveis, como o combo australiano Child e a nebulosa reforma criativa do grupo para com ''In From The Storm''.

Nada aconteceu nessa ordem. Os som é uma partícula de flashs, por isso a cronologia dos fatos nunca é exata. mas nem por isso os encantos ciganos de ''Gypsys Eyes'' perdem a magia quando os caras do Geezer resolvem recitar o cântico. Piração camada por camada com direto até a uma reformulação ao som do bolero de Manic Depression!

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